(`'·.¸(`'·.¸ ¸.·'´) ¸.·'´)¸.·'´)
«`'·.¸.¤... ¤.¸.·'´»(¸.·` * (¸.·` *
(¸.·'´(¸.·'´ `'·.¸)`' ·.¸)
Às vezes a vida vai bem, obrigada, até que nada acontece.
Aí tudo muda de cabeça pra baixo. O que se pensava bom, tem-se por certo péssimo.
A solidão trouze-me bairreiras que não pensei tão altas, tão inatingíveis... e agora não sei o que fazer.
Hoje estou sozinha. Sim, sozinha.
(`'·.¸(`'·.¸ ¸.·'´) ¸.·'´)¸.·'´)
«`'·.¸.¤... ¤.¸.·'´»(¸.·` * (¸.·` *
(¸.·'´(¸.·'´ `'·.¸)`' ·.¸)
«`'·.¸.¤... ¤.¸.·'´»(¸.·` * (¸.·` *
(¸.·'´(¸.·'´ `'·.¸)`' ·.¸)
Não vale a pena, por Maria Rita.
(¸.·` *
Ficou difícil
Tudo aquilo, nada disso
Sobrou meu velho vício de sonhar
Pular de precipício em precipício
Ossos do ofício
Pagar pra ver o invisível
E depois enxergar
(¸.·` *
I
Que é uma pena
Mas você não vale a pena
Não vale uma fisgada dessa dor
Não cabe como rima de um poema
De tão pequeno
Mas vai e vem e envenena
E me condena ao rancor
De repente, cai o nível
E eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo, repetindo
Como num disco riscado
O velho texto batido
Dos amantes mal-amados
Dos amores mal-vividos
E o terror de ser deixada
Cutucando, relembrando, reabrindo
A mesma velha ferida
E é pra não ter recaída
Que não me deixo esquecer


Nenhum comentário:
Postar um comentário