Por hoje, só por hoje não vou cortar meus pulsos.
Não vou tomar anfetaminas.
Só por hoje não vou me embriagar, jogar-me na frente de um carro, pedir pela inexistência.
Amanhã não serei.
E depois?
Lembrança de alguém, talvez.
Mas não mais que isso.
Amor?
O amor que deveras sentes não é meu. E o sabes.
O amor que senti por ti não é mais teu. E o sabes.
O que dizer, se quis a morte?
Creio que ela poderá apaziguar a dor que toma meu peito.
A dor que invade minh’alma.Essa dor que me corrói, me destrói como chama.
Assinar:
Postar comentários (Atom)


Nenhum comentário:
Postar um comentário