O que é o ócio? O que é a liberdade? O que é a inutilidade?
Os filósofos pensavam que o ócio era o pai do conhecimento. Hoje, creio que ele seja o pai da angústia.
Quem nada faz de nada se orgulha, com nada aprende,... Pensar, sim. Fazer, sim!
Como imaginar contemplativa uma pessoa que sempre trabalhou? Como imaginar trabalhando alguém que vive de pensamentos? Viveu para pensar. Divaga-se.
Como sentir-se útil? Fazer de si próprio algo que possa ser deixado como herança, uma continuidade. O pensamento torna alguém eterno. E quem não o quer ser? Mas quem pensa?
As coisas são tão mecânicas. Os passos diários são rotinas pré-estabelecidas. Todo o dia. Dia-a-dia. O mesmo acordar, os mesmos passos, o mesmo café da manhã... Como pode alguém sobreviver a isto? Até quando eu vou sobreviver a isto? Quando eu vou viver e não, simplesmente, existir?
Os filósofos pensavam que o ócio era o pai do conhecimento. Hoje, creio que ele seja o pai da angústia.
Quem nada faz de nada se orgulha, com nada aprende,... Pensar, sim. Fazer, sim!
Como imaginar contemplativa uma pessoa que sempre trabalhou? Como imaginar trabalhando alguém que vive de pensamentos? Viveu para pensar. Divaga-se.
Como sentir-se útil? Fazer de si próprio algo que possa ser deixado como herança, uma continuidade. O pensamento torna alguém eterno. E quem não o quer ser? Mas quem pensa?
As coisas são tão mecânicas. Os passos diários são rotinas pré-estabelecidas. Todo o dia. Dia-a-dia. O mesmo acordar, os mesmos passos, o mesmo café da manhã... Como pode alguém sobreviver a isto? Até quando eu vou sobreviver a isto? Quando eu vou viver e não, simplesmente, existir?
Se penso, logo existo.
Orquídea não pensa, logo não existe.


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